Qual a diferença entre execução no ponto de venda e trade marketing?
O trade marketing define a estratégia no canal: que promoções fazer, que espaço negociar, que material produzir. A execução no ponto de venda é a verificação de que isso aconteceu na loja. Um desenha, o outro confirma.
Com que frequência se deve visitar cada loja?
Depende do peso da loja e da volatilidade da categoria. Um padrão comum é visitar as lojas de maior volume semanal ou quinzenalmente e as restantes mensal ou trimestralmente. O importante é a frequência ser definida e cumprida, para os dados serem comparáveis entre períodos.
É preciso fotografar em todas as visitas?
A fotografia é o que transforma uma opinião em evidência, sobretudo quando o registo vai ser mostrado ao retalhista ou ao cliente. Vale a pena fotografar sempre o linear e o material promocional, e reservar as restantes para o que estiver fora do normal.
Como se evitam visitas registadas sem terem acontecido?
Associando geolocalização e hora a cada visita, e comparando com a morada da loja. Não é uma prova absoluta, mas torna a divergência visível e mudou o comportamento em todas as equipas onde foi introduzido.
Isto aplica-se a lojas online?
Sim, e cada vez mais. Os mesmos critérios — presença, posição, preço, imagem, descrição — aplicam-se à ficha de produto num e-commerce. É o que se chama prateleira digital, e faz sentido estar no mesmo histórico da execução física.
Que dimensão de equipa justifica um sistema?
A partir de duas ou três pessoas a visitar lojas com regularidade, o custo de organizar relatórios dispersos já é superior ao de os centralizar. Abaixo disso, o problema costuma ser de memória e não de coordenação.
O que fazer com o histórico antigo em Excel?
Vale a pena importar pelo menos o registo de lojas, para não recomeçar do zero. Os relatórios antigos raramente compensam migrar, porque não têm estrutura comparável; o mais prático é mantê-los em arquivo e começar o histórico estruturado a partir de uma data.